Divirtam-se pequenos leitores, que eu vou tentar fazer o mesmo!
A minha vida dava uma novela mexicana... ou não
Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011
Bom fim de semanaaaaaaa!
Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011
Coisas que me fazem espécie #2#
Pessoas que se colocam junto à passadeira para atravessar a estrada mas quando um carro pára mandam-no avançar
Há vários estilos de peões:
- aqueles que atravessam a estrada em qualquer lado e se jogam para à estrada esperando chegar ao outro lado sãos e salvos;
- aqueles que até atravessam na passadeira, mas que pensam que as riscas na estrada os tornam imortais (então não páram, nem olham, atiram-se);
- aqueles que atravessam na passadeira tão devagar que mais parece que estão a ver montras (nesta categoria, insiro também dois velhotes que pararam a meio da passadeira para se cumprimentar)
- aqueles (muito raros) que procuram os sitios indicados para atravessar, páram, olham para a direita e para a esquerda e atravessam a passos largos;
- e finalmente... aqueles que mais me comunicam com o sistema nervoso: os que gostavam de ser polícias sinaleiros numa vida anterior aka pessoas que esperam pacientemente à beira da estrada até que um carro pare, só para o mandar passar.
Mais uma vez, foge à minha capacidade de compreensão este tipo de pessoas. O objectivo delas não é passar a estrada? Se o condutor já parou, qual é a necessidade de o mandar avançar?
Vou fazer um abaixo assinado para que essas pessoas sejam obrigada a andar com um cartaz que diga "estou aqui na passadeira, mas não quero atravessar já. Por favor não perca o seu tempo comigo".
Coisas que me fazem espécie #1#
Entrar num sitío onde ninguém nos responde quando dizemos "Bom dia" ou "Boa tarde".
E acontece tantas vezes e em tantos sitios diferentes... lojas, balneário do ginásio, gabinetes de colegas, repartições de finanças. Já experimentei aumentar o tom de voz, sorrisos rasgados, fazer barulho ao entrar... nada. Silêncio! E porquê? Porquê? digam-me vocês. Custa assim tanto retribuir um bom dia ou boa tarde?
Domingo, 11 de Setembro de 2011
Pensamento do dia #2#
“The worst lies are the lies we tell ourselves. We live in denial of what we do, even what we think. We do this because we're afraid. We fear we will not find love, and when we find it we fear we'll lose it. We fear that if we do not have love we will be unhappy.”
Richard Bach
Tell the true and nothing but the true....

Os meus pais sempre me incentivaram a dizer o que penso e estou-lhes eternamente grata por isso. Não posso afirmar que esta minha característica me traga muitas alegrias. A realidade é que a nossa sociedade está tão "treinada" para o que é politicamente correcto que, quando alguém diz aquilo que verdadeiramente pensa não é assim tão apreciado.
No entanto, assino por baixo da frase do Dr. Seuss... ser verdadeira e dizer o que penso tem-me dado muitos desgostos, mas também me tem servido para separar o trigo do joio (que é como quem diz, ver quem realmente se importa comigo e quem se está a lixar para mim e para o que eu penso).
It's alive...
Serve este post só para dizer aos meus queridos seguidores da novela mexicana, que o blog está vivo. É verdade que tem mexido pouco ultimamente, mas vou tentar acabar com esta sua inércia. Não é que me faltem pensamentos, histórias e enredos. Se há coisas de que não me posso queixar é de monotonia.
E tempo? A falta de tempo também não é desculpa, porque a realidade é que nunca tenho tempo de sobra com os mil e um projectos a que me proponho. E se há coisa que aprendi é que nunca há falta de tempo para se fazer o que se gosta ou estar com quem se gosta.
A única coisa que vos posso dizer é que estou de volta e isso é o que realmente interessa!
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